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<title>Crticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contempornea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[SILVESTRE PESTANA | COLAPSO]]></title>
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<description><![CDATA[A exposição Colapso, de Silvestre Pestana, inscreve-se numa linha de continuidade com a prática do artista, onde a experimentação tecnológica e a reflexão crítica sobre os sistemas de mediação se entrelaçam de forma persistente. Intensifica-se uma consciência de limite: limite dos sistemas, das imagens, da própria ideia de progresso que durante décadas sustentou a relação entre arte e tecnologia. A partir da poesia visual que constituiu o início do percurso artístico de Silvestre Pestana, na década de 1960, esta exposição, muitos anos depois, recupera e reinscreve esse momento inaugural numa gramática contemporânea.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-11</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[COLAPSO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[DANIEL BLAUFUKS | (AINDA) À ESPERA DE GODOT]]></title>
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<description><![CDATA[Com um trabalho vasto e maduro no campo da fotografia, tendo-se dedicado à memória, ao exílio, à cidade de Lisboa, ao quotidiano — e tendo usado largamente sequências narrativas nas suas exposições – pode-se dizer que a exposição de Blaufuks na Vera Cortês é uma continuidade e uma abertura poética no seu trabalho. Se as suas fotografias distinguem-se, de maneira geral, por uma qualidade silenciosa e introspectiva, fortemente influenciado pela literatura e pelo cinema, Blaufuks, na exposição <i>(Ainda) À espera de Godot</i>, mantém a memória de soslaio, como tecitura da própria fotografia, abrindo um campo fértil de esperas naturais.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-04-09</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[(AINDA) À ESPERA DE GODOT]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[AGNES ESSONTI LUQUE | HOTEL DEL ARTEFACTO EXPOLIADO]]></title>
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<description><![CDATA[Ao entrar no Museu Nacional de Antropologia de Madrid, a exposição de Essonti Luque é uma abertura – dentro das diversas ações e posicionamentos do museu – para se refletir em conjunto novas dinâmicas, através das perspectivas de existência e pesquisa da identidade afrodescendente. Não se trata de uma construção completamente fora dos mecanismos do museu, configura-se como um nicho do cérebro. Nesse diálogo, há paredes e chão pretos, assim como paredes de um avermelhado, alaranjado, de tons terra. Essa cor faz lembrar a areia vermelha característica de muitos países africanos, o óleo de palma e o tom do crustáceo camarão.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-31</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[HOTEL DEL ARTEFACTO EXPOLIADO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ABEL RODRÍGUEZ | MOGAJE GUIHU: A ÁRVORE DA VIDA E DA ABUNDÂNCIA]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=936</link>
<description><![CDATA[A primeira escolha quanto a <i>Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância</i>, exposição de Abel Rodríguez (1941-2025), é a porta de entrada e a consequente direcção da circulação no espaço expositivo. Circule-se a favor ou contra sentido horário, Mogaje Guihu - nome indígena do artista pertencente ao clã Gavilán, das comunidades Nonuya e Muinane da Amazónia colombiana, e cujo significado é “pena de gavião brilhante” - e respectivos conhecimentos e imaginação botânica são dados a ver com diferentes tonalidades anímicas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[MOGAJE GUIHU: A ÁRVORE DA VIDA E DA ABUNDÂNCIA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JESSE WINE | AMOR E OUTROS ESTRANHOS]]></title>
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<description><![CDATA[Apresentam-se dois grupos de esculturas, que de alguma forma resvalam por sensibilidades diferentes. Se o compacto das esculturas metamórficas, monocromos voluptuosos, marcam o espaço com uma gravidade séria, e um formalismo com reminiscências do século XX, o segundo grupo de esculturas - o que me apelou à sensibilidade e memórias de ligação à terra, e de um retorno a esse espaço simbólico para o qual os sucessivos portais nos prepararam, o mesmo a que o faz de conta inevitavelmente recorre - aparentemente frágil, de uma delicadeza espectral.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-22</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[AMOR E OUTROS ESTRANHOS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ALEXANDRE CONEFREY | CONRAD]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=934</link>
<description><![CDATA[A nova série de pinturas intitulada <i>Conrad</i> marca, de certa maneira, uma nova reflexão sobre algumas das suas explorações anteriores, muitas das quais relacionadas com a densidade negra da paisagem em conexão com a prática rigorosa do desenho. De facto, há em <i>Conrad</i> uma vibração cromática e uma gestualidade que operam de forma diferente de outras obras mais monocromáticas e “silenciosas” do passado. Embora o artista não renuncie ao rigor do desenho, existem nuances importantes nesta série em que sobressai a pincelada como estrutura dinamizadora da aplicação da cor e que ganha agora um novo protagonismo físico.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[CONRAD]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | 1º CICLO EXPOSITIVO 2026]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=933</link>
<description><![CDATA[Esta exposição, primeiro passo do ciclo expositivo de 2026, apresenta obras essenciais da colecção do museu dedicado ao casal de artistas juntamente com obras de Rui Sanchez e Teresa Segurado Pavão, Frida Baranek, Vasco Futscher e ainda obras de Sara & André e Francisco Janes, estas últimas resquício da programação do anterior ciclo expositivo. Diz-nos o dossier de imprensa que “todos estes trabalhos, uns mais próximos da coleção permanente, outros deliberadamente mais autónomos, aprofundam a ambiguidade entre superfície e volume, suspensão e peso, sugerindo novas formas de ver e de percorrer o Museu".]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-14</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[1º CICLO EXPOSITIVO 2026]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[SUSANA PILAR | NOT ALONE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=932</link>
<description><![CDATA[Susana Pilar Delahante Matienzo presenteia-nos com um conjunto de obras de arte de pesquisas que se transformam com a apresentação de novas criações. O desenvolver do seu corpo e presença, em <i>Not Alone</i>, as salas e corredores abertos da galeria que compreendem a mostra, formam uma instalação gigante em que continuar é o movimento que faz a intenção.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-04</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[NOT ALONE]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JOSÉ MAÇÃS DE CARVALHO | 21 MINUTES POUR UNE IMAGE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=928</link>
<description><![CDATA[No CAPC, expõem-se diferentes fases da sua produção, sobretudo imagens fixas, efetivamente fotográficas, mas também algumas em (ínfimo) movimento, sob a forma de dois vídeos. As várias imagens devem ser apreendidas e lidas em relação umas com as outras, enquanto um conjunto articulado. Ao visitar a exposição, testemunhamos como as obras de Maçãs de Carvalho detêm a invulgar e notável capacidade de transformarem o ordinário, o comum, em algo singular, cativante e poético.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-02-28</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[21 MINUTES POUR UNE IMAGE]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[WILFRID ALMENDRA | HARVEST]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=927</link>
<description><![CDATA[Almendra é hábil em representar a fugacidade, a transitoriedade do ato, e a sobrevivência do gesto anónimo das populações fragilizadas que procuram abrigar-se nas suas construções débeis e efémeras. É deles que faz homenagem. O esforço, por vezes inglório, dos povos que, mesmo sedentários, lutam contra as condições climáticas, económicas e ambientais adversas. Mas Almendra evoca a impressão digital dos trabalhadores, o incompleto, o gesto, o ato e a potência de Aristóteles.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-02-26</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[HARVEST]]></dc:subject>
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